O vice-governador de Goiás, Daniel Vilela, trouxe um tom ainda mais central para a visita de Ronaldo Caiado aos Estados Unidos.
A declaração confere um caráter mais pessoal à agenda internacional do governador e difere do que vinha sendo divulgado, que tratava a agenda de forma protocolar.
Segundo Daniel Vilela, o primeiro contato foi feito diretamente para o prefeito de Nova Roma, Eleuses Gonzaga (UB).
“(…) o presidente Donald Trump ligou para o nosso prefeito de Nova Roma. A resposta do prefeito foi que não iria conversar sobre o as terras raras sem que antes esse tema fosse tratado com o governador de Goiás”, afirmou.
As terras raras são um grupo de 17 elementos químicos estratégicos para a indústria de alta tecnologia, utilizados na fabricação de celulares, baterias, veículos elétricos, equipamentos militares, turbinas eólicas e semicondutores. Esses minerais estão no centro de disputas internacionais e de políticas.
A forma como o vice-governador descreveu o episódio reforça que o estado está sendo visado de forma direta e pessoal pelo governo Donald Trump.
Chamou também atenção a ausência do presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), deputado Bruno Peixoto. A fala em nome da casa foi feita pelo presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), deputado Amilton Filho (MDB).




